Homem usa fotos de madrasta em casa de swing para extorquir R$ 30 mil
Publicado em 02/02/2025 09:57
Polícia

A vítima é a madrasta de um dos criminosos, um homem de 26 anos, que teve ajuda de uma mulher especializada em fraudes eletrônicas

Na última quarta-feira (29/1), a Polícia Civil de Pernambuco prendeu e indiciou duas pessoas por tentarem extorquir dinheiro de uma mulher de 50 anos.

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A vítima é a madrasta de um dos criminosos, um homem de 26 anos que, com a ajuda de uma mulher de 32 anos - segundo a polícia pernambucana é especializada em fraudes eletrônicas, incluindo golpes em plataformas de compras on-line e em redes sociais -, ameaçou divulgar fotos dela em casas de swing (prática que envolve troca de casais).

Conforme as investigações, o crime começou em novembro de 2024, em Recife, e foi articulado por meio de ameaças via WhatsApp, quando uma pessoa desconhecida passou a cobrar R$ 30 mil para não divulgar que a mulher e o marido participavam de troca de casais - além da divulgação de fotos e boatos constrangedores. Em depoimento, ela confirmou que, de fato, o casal frequenta casas de swing.

O filho do casal, empresário e morador de Recife, também recebeu ameaças de um número anônimo, exigindo uma quantia em dinheiro para evitar a divulgação de fotos e dados pessoais de sua mãe. O empresário procurou a mãe para questioná-la e descobriu que o mesmo número havia feito contato com ela. Preocupado, ele procurou a polícia para dar início às investigações.

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Na busca, a polícia identificou que a autora das mensagens era uma mulher de 32 anos, natural de São Sebastião do Passé, na Bahia. Ela teria usado fotos da vítima retiradas de um site de encontros de swing para fazer a coação. Além disso, os profissionais descobriram que o enteado da vítima havia fornecido as informações para a suspeita.

De acordo com as informações coletadas, os dois se conheceram em um grupo virtual de apostas esportivas. O enteado, que possui antecedentes criminais, já foi preso em 2020 por crimes como estelionato e falsidade ideológica, e atualmente responde por uma série de processos.

Foto: Divulgação/PCMG

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